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XV DOMINGO DO TEMPO COMUM

Hoje celebra-se o XV Domingo do Tempo Comum. Celebração esta que evoca o espírito missionário de todos os cristãos de hoje.  As leituras são todas incentivo para que se deixe a terra e vá procurar um lugar onde se possa profetizar (Am 7, 12-15) e que se proclame a grandeza do Filho de Deus que se dignou assumir a identidade humana, mesmo sendo divino (Ef 1, 3-14).  Assim, a missão torna-se mandato de Jesus quando envia seus discípulos dois a dois para anunciar o Evangelho (Mc 6, 7-13). Que todas as pessoas tenham essa consciência da necessidade e da urgência de ser missionário hoje, no tempo em que se vive. Reze-se hoje, sobretudo, pelo III Congresso Missionário Nacional em Palmas, TO. Para que de lá, pulmão missionário do Brasil, saia um grande impulso para a missão. 

XIV DOMINGO DO TEMPO COMUM

"Se calarem a voz dos profetas, as pedras falarão... se fecharem uns poucos caminhos, mil trilhas nascerão..." Este domingo a liturgia da Igreja nos faz zlembrar os profetas de ontem e de hoje. Aqueles que são responsáveis por falar de Deus e denunciar aquilo que não condiz com seu reino de amor, paz, justiça, fraternidade.  Nesse sentido, as leituras sao todas impolgantes e desafiadoras porque exigem dos cristãos de hije compromisso com a causa do Reino. Já o profeta Ezequiel (2, 2-5) fala do envio para que os homens de cabeça dura e que não ouviam o Senhor, soubessem que havia entre eles um profeta.  Na segunda leitura, Paulo (2Cor12, 7-10) diz que é necessário, além de ser profeta ter um espinho na carne para que o ser enviado de Deus, missionário, não seja motivo de glória, mas de serviço aos outros. É justamente no sentimento da fraqueza, da pequenez que se revela o rosto humano de Deus.  Finalmente, Marcos, no Evangelho (6, 1-6) mostra que nem Jesus...

SÃO PEDRO E SÃO PAULO

Neste domingo a Igreja celebra São Pedro e São Paulo, dois baluartes da fé católica, responsáveis por sua propagação e pela fidelidade da mesma ao mandato inicial de Jesus para que se fizessem discípulos seus todos os povos.  A liturgia dessa celebração coloca cada um no espírito da desafiante missão de seguir Jesus. De um lado Pedro (At 3, 1-10) que é preso, mas não desamparado pelo Senhor Jesus e pelas orações da Igreja. De outro, Paulo (Gl 1, 11-20) que reconhece o trabalho que fez, as perseguições, mas a presença do Senhor em sua vida em todos os momentos para que a Palavra anunciada fosse acolhida integralmente por todos.  Assim, sob o testemunho desses homens Jesus mesmo escolhe Pedro para conduzir a sua Igreja (Jo 21, 15-19) prometendo que nem as forças do inferno poderão abalá-la. 

NATIVIDADE DE SÃO JOAO BATISTA

Hoje a Igreja celebra com entusiasmo o nascimento de São Joao Batista, venerado por tantas comunidades católicas, sobretudo pelas mais tradicionais. Com esse grande santo, aprende-se, particularmente o fiel católico, a preparar os caminhos do Senhor e a evangelizar a partir de Jesus Cristo e não de si mesmo. É assim que a liturgia desse domingo apresenta São João Batista. O profeta Jeremias (1, 4-10) apresenta a vocação como escolha de Deus desde o ventre materno e como, muitas vezes, medo do próprio ser humano em responder.  Já o Evangelho (Lc 1, 5-17) mostra que os enviados de Deus são aqueles que se dispõem a indicar o caminho que leva a Deus. Nesse sentido, cabe a cada cristao, olhas para São João Batista e pedir que ele mesmo ajude a difícil, mas entusiasmante tarefa de apontar para o Cordeiro de Deus e de caminhar à frente de um povo para levá-los a Deus.

ESPIRITUALIDADE PASTORAL: como superar uma pastoral sem alma

Livro de Salvador Valadez Fuentes, presbítero mexicano, é fascinante no seu modo de tratar das questões pastorais que, não só o padre, mas todos os leigos enfrentam no dia-a-dia da vida paroquial.  O autor divide seu escrito em sete partes contendo, cada uma delas, assuntos interessantes de se trabalhar na paróquia com os líderes de comunidade e pastorais. Assim sendo, desenvolve uma boa conceituação dos termos da Espiritualidade Pastoral como elemente constitutivo da iaconia eclesial, sobretudo na importância da experiência de Deus como fundamento. Depois aponta alguns elementos da pastoral na Sagrada Escritura, fonte da fé dos cristãos e testemunho dos primeiros seguidores de Jesus. Em seguida, Pe. Salvador apresenta o modelo do Cristo, Bom Pastor, como referência de toda atividade pastoral e o ministério pastoral como seguimento e caminho de plenitude passando pelas vias da conversão pastoral, do discernimento e da "ascese" como experiências místicas de Deus. Contin...

A ORAÇÃO COMO ENCONTRO - Anselm Grun

Terminei de ler, esses dias, esse precioso livro de Anselm Grun. Diante dos grandes desafios que a cultura pós-moderna colcoa hoje sobre as pessoas, é interessante a reflexão que o autor faz sobre a oração. Primeiro, coloca a oraão como experiência de encontro. Experiência esta que pode se dar de duas maneiras: estar diante de Deus como Aquele que me ouve, mas que eu não trato realmente da minha vida e situação e estar diante de Deus como Aquele que sabe tudo a respeito de mim e, portanto, posso estar interiamente livre diante D'ele e rezar com a minha vida, alegrias e sofrimentos, trsitezas, sofrimentos e esperanças.  O autor divide seu livro em duas partes. Primeiro apresenta a oração como encontro consigo mesmo, encontro com Deus, diálogo com Deus e silêncio diante de Deus. Nesse momento o autor quer dizer o que é a oração, ou seja, um encontro inicialmente consigo mesmo no sentido de rezar com tudo aquilo que se é, depois um encontro com Deus, com o autor da vida e criador...

XI DOMINGO DO TEMPO COMUM

"... MAS ELE NÃO SABE COMO ISSO ACONTECE" A Igreja celebra com entusiasmo e esperança o XI Domingo do Tempo Comum. Nesse domingo, deseja refletir sobre o Reino de Deus instaurado por Jesus e continuado por cada cristão chamado a ser semeador desse Reino. Nesse sentido, o Evangelho desse domingo fala claramente que o Reino de Deus se assemelha com alguém que espalha a semente na terra, mas não vê a semente nascer e crescer. O Reino de Deus é semelhante porque, em Jesus, cada um espalha também a semente, mas não vê a grandiosidade do Reino acontecer de forma visível, chamativa, mas na simplicidade de uma semente que vai germinando aos poucos. O Reino de Deus é ainda semelhante à semente de mostarda, que é a menor das sementes, mas concretiza-se numa frondosa árvore. Assim é o Reino, com aparência pequena e simples, é capaz de tornar-se uma imensa árvore para salvar os filhos de Deus e acolhê-los na eternidade (Mc 4, 26-34).  Tudo isso, porque Deus é aquele que diz e ...