“[...] a Liturgia é o cume para o qual tende a ação da Igreja e, ao mesmo tempo, é a fonte donde emana toda a sua força”. O grande diferencial do Concílio Vaticano II (1962-1965) é que ele renovou e abriu o pensar e agir da Igreja para o diálogo com o mundo. Isso aconteceu também no aspecto litúrgico como se vê na Constituição Sacrosanctum Concilium, sobre a Sagrada Liturgia. A grande preocupação dessa Constituição é favorecer tudo o que possa contribuir para a união daqueles que crêem em Cristo, ou seja, chamar e reunir todos os que acreditam em Jesus para, juntos, viverem e proclamarem a fé (cf. n. 1). Por isso, a Liturgia manifesta a presença de Jesus Cristo na Sua Igreja (cf. n. 7). Ela deve fazer penetrar no coração de cada cristão o desejo ardente de abrir-se à graça de Deus que se apresenta na Igreja. Deve motivar a resposta do homem a realizar sua vocação no mundo na construção e testemunho do Reino inaugurado por Jesus Cristo. ...
Pe. Eduardo Moreira Guimarães, presbítero da Igreja Católica Apostólica Romana, licenciado em Filosofia e bacharel em Teologia pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR). Atualmente é Reitor do Seminário Menor Diocesano Menino Deus, Chanceler do Bispado e Vigário Paroquial na Catedral Cristo Rei em Cornélio Procópio - PR.